Curiosidades

A produção de 1939 da Metro-Goldwyn-Mayer, estrelada por Judy Garland, é um anti conto de fadas em technicolor.

As subversivas mensagens ocultas no clássico filme ‘O Mágico de Oz’

Em dezembro de 1937, a Walt Disney Productions lançou seu primeiro desenho animado, Branca de Neve e os Sete Anões, que se tornou o maior sucesso do cinema americano de 1938.

Isso não apenas encorajou a empresa a fazer outros desenhos baseados em contos de fadas nas décadas seguintes, como levou outro estúdio, o Metro-Goldwyn-Mayer (MGM), a criar seu próprio longa musical sobre uma garota órfã e uma bruxa malvada: O Mágico de Oz.

Apesar das semelhanças com o filme da Disney, a produção da MGM é mais um anti conto de fadas do que um conto de fadas propriamente dito.

Basta olhar para o trio de desajustados que acompanham a heroína ao longo de sua viagem pela estrada de tijolos amarelos. Nenhum deles é o que você chamaria de um belo príncipe.

No entanto, Dorothy (Judy Garland) é tão boa de coração, as músicas são tão agradáveis e as aventuras em technicolor são tão empolgantes que é fácil confundir O Mágico de Oz com um tradicional filme para a família.

Mas o longa lançado em agosto de 1939 subverte de tal maneira as convenções de uma narrativa do bem contra o mal que seria capaz de deixar Walt Disney furioso.